terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Boa ideia? Parklets se espalham por São Paulo e outras cidades.

No lugar de vagas para carros, uma estrutura mobiliada em extensão à calçada acolhe pedestres e ciclistas, oferecendo um espaço de uso público para o convívio social

“Este é um espaço público acessível a todos. É vedada, em qualquer hipótese, sua utilização exclusiva, inclusive por seu mantenedor”.

A informação obrigatória nas placas fixadas nos parklets que vão surgindo na cidade de São Paulo resume o conceito da novidade que agradou e virou lei municipal. Diante da ausência de áreas de convivência nas grandes cidades brasileiras e da adesão da população, as pequenas praças começam a ser implantadas em outras cidades como Fortaleza e Florianópolis.

Extensão das calçadas, a estrutura é montada em trecho de rua por particulares ou pelo poder público onde, antes, estacionavam automóveis. A ideia, nascida na cidade de São Francisco (EUA), em 2005, chegou através dos escritórios paulistanos Design Ok e Instituto Mobilidade Verde.

 
A iniciativa foi testada na capital paulista, no final de 2013 por quatro dias durante a Design Weekend e, depois, por um mês durante a X Bienal de Arquitetura. “Numa terceira etapa, nossa meta era a consolidação dos parklets como política pública”, lembra Guilherme Ortenblad, do Zoom Arquitetura, Urbanismo e Design, e membro da Design Ok. Não demorou para que o prefeito Fernando Haddad assinasse o decreto nº 55.045, em 16 de abril de 2014.

 
“O parklet tem a característica de ser perene, porque se não deu certo num lugar, pode ser montado em outro. Entendemos que é uma forma eficiente de transformação do espaço da rua em área de convivência”, diz o arquiteto. A ideia, segundo ele, foi criar um mobiliário de qualidade, que oferecesse conforto aos transeuntes e do qual as pessoas pudessem se apropriar. “É uma estrutura muito pequena, mas com grande impacto na paisagem, ela muda a rua, que cria uma dinâmica própria. Primeiro porque é essa estrutura para quem está na rua e precisa sentar, descansar – tanto o pedestre, quanto o ciclista. Depois, as plantas e móveis emprestam qualidade à calçada, retirando um pouco da agressividade própria do trânsito de veículos”, explica.



A crítica à novidade foi a de que os parklets eliminam vagas para o estacionamento de veículos. “Nas duas vagas usadas pelo parklet param de 30 a 40 carros num dia. Em contrapartida, ele recebe entre 300 a 400 pessoas. É, portanto, uma equalização do espaço e não uma guerra contra os automóveis”, comenta.

 
PROJETO

A regulamentação do decreto determina as regras para a implantação dos parklets e, também, os critérios técnicos de projeto que devem ser respeitados.
 
► Os parklets são permitidos em vias públicas com velocidade de até 50 km/hora e com 8,33% de inclinação longitudinal

► Deve ser respeitada a distância mínima de 15 m da esquina
► Se a calçada estiver deteriorada será preciso reformá-la
► O artigo 5º do decreto determina que a plataforma “não pode ocupar espaço superior a 2,20 m de largura, contados a partir do alinhamento das guias, por 10 m de comprimento em vagas paralelas ao alinhamento da calçada, ou de 4,40 m largura por 5 m de comprimento em vagas perpendiculares ou a 45º do alinhamento.
► O parklet deve estar no nível da calçada para que as pessoas com mobilidade reduzida possam acessá-lo. Pela mesma razão, não são permitidos degraus ou desníveis
► O equipamento deve receber proteção perimetral, ficando aberto apenas para a calçada
► Tem o caráter de guarda-corpos, com pelo menos 0,90 m de altura e fixados na estrutura, de maneira a suportar o peso de pessoas que venham a se apoiar
► É preciso projetar o equipamento com atenção à drenagem. Ele não pode causar impedimentos à sarjeta. “O ideal é que a implantação seja feita depois da boca de lobo na direção do fluxo das águas para evitar alagamentos. Além disso, a perfuração do pavimento para a fixação da plataforma não pode ser superior a 12cm e deverá ser restaurada quando o parklet for removido”, comenta o arquiteto.


Fonte: AEC WEB
Mais informações: Mind Smart , Folha de São Paulo , Prefeitura de São Paulo

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Dicas práticas pra você acertar nos Makes para o dia a dia!

Acerte nas combinações de cores de acordo com seu tom de pele e veja dicas para se maquiar mais rápido



























A maquiagem mais importante é aquela usada durante o dia, já que será o cartão de visita do seu rosto. Ao mesmo tempo, pode ser a mais complicada, pois exige uma boa pigmentação e deve ser capaz de durar o dia todo, mesmo com correria, umidade, etc.



Além disso, por ser feita de manhã, ela compete com o momento de sono, café da manhã e trânsito, o que dificulta ainda mais o processo. Assim, é fundamental saber qual a maquiagem ideal para a ocasião. Isso evita erros, o que economiza tempo.


O rosto durante o dia deve estar leve e natural. Em vez dos olhos escuros e pesados como a da noite, a ideia é realçar os traços, com cores de blush e batom de acordo com seu tom de pele ou até do ambiente de trabalho do qual você faz parte.

A maquiadora Lili Borges, do MondeK, dá dicas de maquiagens ideais para o dia: desde a praticidade à adequação com o seu tom de pele. Veja abaixo as sugestões e dedique alguns minutos do seu dia para ficar ainda mais linda.

A maquiagem ideal para cada tom de pele




Independente da cor do cabelo, a base da maquiagem precisa ser a cor da pele”, indica a profissional. Para descobrir o tom, faça o teste entre o pescoço e queixo. Feito isso, veja as dicas e siga as sugestões para fazer a melhor escolha:

Maquiagem para pele clara

Valorize o rosto com o blush, para deixá-lo mais corado e com aparência saudável.

“Rosa envelhecido, pêssego e coral normalmente ficam ótimos”, sugere a profissional.
Além disso, as peles mais claras exigem atenção para o look não ficar muito forte e pesado para o dia.
 

Para a região dos olhos, evite tons azuis, verdes e cinzas, e prefira marrons, pérolas e rosé. Na boca, o batom de textura matte em cores rosadas e avermelhadas são ótimas opções.

Confira um tutorial que você mesma pode copiar para o make do dia a dia:




Maquiagem para pele morena

Peles morenas tendem a ser amareladas. Segundo a maquiadora, “nesse caso é bom optar por tons mais quentes e escuros”. Aposte em tons azuis, marrons, pretos e vinhos.
 

Para corar o rosto, invista em blushes terracota, bronze e pêssego. Para a boca, prefira tons escuros: “O batom muito claro em pele bronzeada destaca muito”, reforça Lili.

A blogueira Juliana Goes dá dicas e ensina uma opção fácil para você copiar:




Maquiagem para pele negra

Para valorizar a pele negra, o segredo é iluminá-la. “Aposte na base ou pó da cor da sua pele para não acinzentar”, sugere Borges.
 

Abuse de tons dourados, marrons e pretos, e fuja dos azuis e verdes, que ficam muito pesados, principalmente para o dia.

Blushes devem ser suaves, rosados ou pêssego. Na boca, vale a mesma dica das morenas. Confira as sugestões e dicas das blogueiras Bru Pacífico e Cris Sousa:



 

Tenha em mente que a ideia é sempre valorizar o rosto, destacando os traços. Além disso, lembre-se que qualquer dica vale o teste na sua pele antes. O importante é você se sentir linda e confortável com o que está usando.

Dicas para agilizar seu make do dia a dia

Entendeu as dicas, mas acha que não dará tempo de se dedicar à maquiagem de manhã? Saiba como economizar o tempo sem abrir mão de uma maquiagem bonita e pronta para o dia a dia:


1 - Aplique o máximo de produtos que puder com os dedos e deixe os pinceis apenas para o que for inevitável, como blush (se for em pó) e o delineador;
   

2 - Monte um kit com produtos essenciais e deixe sempre na bolsa ou no carro para retocar quando necessário;
   

3 - Procure sempre dormir bem. Uma cara mais relaxada no dia seguinte precisará de menos maquiagem, ou seja, menos tempo;
   

4 - Prefira produtos cremosos, pois são mais práticos e dão um acabamento natural à pele;
   

5 - Tenha produtos multifunção, como o BB Cream, que pode substituir a base, o pó e até o corretivo;
   

6 - A máscara pra cílios realça o olhar e é mais simples de usar do que o delineador, por exemplo. Além de ser um bom truque para evitar a cara de sono.


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